O painel também concluiu que o tribunal de primeira instância interpretou mal uma testemunha chave. Afirmou que o psicólogo contratado por Benetis para avaliá-la nunca relacionou o tratamento ao acidente. Na verdade, concluiu o tribunal, ela testemunhou que o acidente foi a “causa direta e próxima” do TEPT de Benetis, transtorno depressivo maior e transtorno do pânico. Ao duvidar dela, o juiz desviou-se e passou a pesar a credibilidade – papel do júri, não do tribunal.




