
“Os muros existem para garantir privacidade, para esconder quem ali vive, para permitir que uma vida profundamente livre se desenvolva dentro de casa, fora de toda moralidade ou tradição, fora de toda vigilância social ou policial – fora, em suma, daquela visibilidade insuportável que a moral calvinista impôs aos seus companheiros modernos e à sua arquitectura positivista”.
Iñaki Abalos, “A Boa Vida”, “A Casa Zaratustra”






