Das cafeterias aos modelos climáticos: 250 anos de seguros americanos


Numa manhã de primavera de 1752, um grupo de Filadélfia liderado por Benjamin Franklin sentou-se e fez algo que, em retrospecto, parece muito com a invenção de uma indústria. Eles juntaram seu dinheiro em uma empresa mútua, a Philadelphia Contributionship, e prometeram reconstruir as casas uns dos outros se um incêndio os atingisse. Era uma ideia modesta, quase de boa vizinhança – o seguro como um pacto entre pessoas que se conheciam. Quase 275 anos depois, esse mesmo impulso de agrupar o risco subscreve um mercado interno que, em 2023 (o número verificado mais recente), representava cerca de 45% dos 7,2 biliões de dólares em prémios de seguro emitidos em todo o mundo naquele ano, de acordo com o Suíça Re números citados em Visão geral da Wikipedia sobre seguros nos Estados Unidos. Quase certamente existem totais mais atuais, mas não consegui verificar um número mais recente, portanto trate isso como direcional em vez de atualizado. A história de como o país chegou de lá até aqui é, em miniatura, a história da própria economia americana: os seus incêndios, as suas guerras, as suas migrações, as suas crises financeiras e – cada vez mais – o seu clima.



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