Jovens colecionadores de luxo tratam a coleção como um investimento, mas a maioria permanece sem seguro: estudo da Chubb


O relatório, “A Nova Era da Coleção e Investimento de Luxo,” entrevistou 1.000 americanos ricos entre 20 e 40 anos, com renda anual entre US$ 250.000 e mais de US$ 1 milhão, um grupo às vezes chamado de HENRYs (alta renda, ainda não rico), que coleciona ativamente itens como relógios, joias, arte, antiguidades, vinho e memorabilia esportiva.



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