Ela então voltou-se para sua própria cobertura. A denúncia diz que ela era segurada nomeada pela apólice Progressiva de seus pais, que fornecia cobertura para veículos motorizados não segurados de até US$ 200.000 por segurado. Essa cobertura, conforme citado no processo, trata um veículo como subsegurado quando seu “título ou apólice de responsabilidade por lesões corporais se aplica no momento do acidente, mas seu limite de responsabilidade por lesões corporais é menor do que os danos corporais que uma pessoa segurada tem legalmente o direito de recuperar”. Em 21 de outubro de 2025, diz a denúncia, ela exigiu a diferença de US$ 132.651,73.




