“Historicamente, o seguro tem sido uma força reativa – entrando para cobrir perdas após doenças, lesões ou erros”, disse ele. “Mas, olhando para o futuro, podemos esperar uma mudança fundamental: as seguradoras e os parceiros de saúde se tornam mais proativos, concentrando -se não apenas na cobertura de doenças, mas ajudando a evitá -la”.




