Astrônomos detectam a primeira ejeção de massa coronal de uma estrela alienígena – e isso é uma má notícia na busca por vida



Graças à nave espacial XMM-Newton da Agência Espacial Europeia (ESA), os astrónomos viram pela primeira vez uma poderosa explosão de plasma em erupção de uma estrela distante. Vimos (e sentimos) muitas destas ejeções de massa coronal (CMEs) do Sol, mas embora há muito que pensássemos que outras estrelas expeliam fluxos tão poderosos de gás sobreaquecido e campo magnético, os astrónomos nunca antes as tinham avistado de forma convincente.

Esta primeira CME extra-solar, que surgiu de uma estrela anã vermelhatambém não foi uma explosão estelar comum. Esta CME era suficientemente densa e transportava energia suficiente para eliminar a atmosfera de qualquer planeta em órbita próxima, com o material ejectado a viajar a 5,4 milhões de milhas por hora (2.400 quilómetros por segundo). Essa velocidade, cerca de 3.500 vezes mais rápida que a de um caça a jato Lockheed Martin F-16, é algo que só é observado em cerca de 1 em 2.000 CMEs do nosso sol.



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