Depois que seus medicamentos opioides prescritos acabaram, Bommarito tentou controlar a dor com medicamentos vendidos sem receita. Segundo depoimento, sua mãe, enfermeira aposentada, tentou conseguir uma consulta médica mais cedo para ele, mas não teve sucesso. No dia seguinte à tentativa, Bommarito morreu de overdose de fentanil de rua misturado com xilazina, um medicamento não prescrito para uso humano. Uma autópsia revelou que seu sangue continha mais de seis vezes a dose letal de fentanil. Não havia evidências de que ele tivesse histórico de uso de drogas ilegais antes deste incidente.




