‘O Segundo Mundo’ mostra como a humanidade comete erros na sociedade futurista


O que acontece quando a humanidade finalmente constrói uma civilização em outro planeta e repete imediatamente os seus velhos erros? Essa pergunta impulsiona ‘O Segundo Mundo’, a estreia satírica e contundente do escritor Jake Korell. Tendo como cenário a ascensão de uma nação separatista marciana, a história segue Flip Buchanan, filho do líder mais poderoso da colônia, enquanto ele navega por duas décadas caóticas de avanços científicos, teatro político e dores de crescimento cultural no mundo. Planeta Vermelho.

Korell baseia seu humor na ciência real do futuro próximo. Seu Marte não é uma fantasia distante, mas uma extensão lógica das conversas que estão acontecendo agora em exploração espacial, de expansão do setor privado para a ética do assentamento fora do mundo. Ao manter a tecnologia plausível e o comportamento humano muito familiar, Korell cria um mundo que parece futurista e desconfortavelmente reconhecível.



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