No centro do caso estão os danos causados pelo furacão Maria às instalações da PrairieGold em Carmelo Productora, em Porto Rico. A apólice, emitida em setembro de 2014, era um programa contra todos os riscos e interrupção de negócios. Definiu vendaval para incluir tempestades nomeadas pelo Serviço Meteorológico Nacional ou Centro Nacional de Furacões, e ambos os lados concordaram que o furacão Maria atendeu a essa definição. A seção Exclusões Gerais da apólice listou 15 exclusões, mas vendaval, furacão e catástrofe natural não estavam nessa lista. A PrairieGold baseou-se nesses termos para argumentar que as perdas causadas por tempestades nomeadas foram cobertas pela política de todos os riscos conforme redigida.



