Cientistas descobrem ‘cicatriz’ cósmica em nuvens interestelares deixadas por uma aproximação entre o nosso Sol e duas estrelas intrusas


Os astrónomos descobriram que o Sol teve um encontro próximo com duas estrelas massivas extremamente quentes há cerca de 4,4 milhões de anos. A descoberta foi feita graças a uma “cicatriz” deixada pelo evento em nuvens rodopiantes de gás e poeira logo além do sistema solar. Esta investigação não só revela mais sobre o ambiente celeste imediato do Sistema Solar, mas também pode lançar luz sobre como as características circundantes nesse ambiente desempenharam um papel na evolução da vida na Terra.

Para fazer esta descoberta, a equipe de astrônomos teve que levar em conta os movimentos dessas “nuvens interestelares locais”, que se estendem por cerca de 30 anos-luz, o Sol e as estrelas intrusas, que agora vivem a 400 anos-luz da Terra, nas “pernas” dianteiras e traseiras da constelação. Cão Maior (o Grande Cão). Isso é complicado porque o sol sozinho está viajando pelo espaço a 58.000 milhas por hora (93.000 km/h), ou cerca de 75 vezes mais rápido que a velocidade do som ao nível do mar aqui na Terra.



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