Para as seguradoras, essa mudança não é apenas uma preocupação abstrata. O confronto geoeconómico ameaça aquilo que o relatório chama de “o núcleo da economia global interligada”, incluindo os fluxos transfronteiriços de bens, dados e capital dos quais dependem muitas linhas comerciais. O crédito comercial, o risco político, o transporte marítimo, a interrupção contingente de negócios da cadeia de abastecimento e as linhas especializadas ligadas a tecnologias estratégicas enfrentam todos a perspectiva de uma intervenção estatal mais frequente e mais opaca.




