Formação estelar pode parecer um conceito distante e abstrato, até que você o veja mapeado em uma paisagem de gás e poeira. Uma imagem recente do Telescópio Espacial Hubble olha para o complexo de formação estelar N159 dentro do Grande Nuvem de Magalhães, um dos Via Lácteaos companheiros mais próximos. Essa proximidade faz com que seja um local privilegiado para observar como as estrelas se formam em ambientes que não são exatamente como o nosso.
O que é?
Na imagem, nuvens espessas de gás hidrogênio frio se organizam em cristas e filamentos finos. Os tons vermelhos profundos vêm do gás hidrogênio que foi energizado pela forte radiação dos recém-formados estrelas. Onde o brilho é mais intenso, é um sinal de que estrelas jovens massivas e quentes tornaram-se recentemente mais ativas.
Cadê?
O complexo de formação estelar N159 situa-se na Grande Nuvem de Magalhães, que tem cerca de 150 anos-luz de diâmetro e cerca de 160.000 anos-luz da Terra.
Por que isso é incrível?
Esta imagem recente captura a rica dinâmica da formação estelar. Grandes estrelas jovens não se acomodam silenciosamente; sua radiação intensa e poderosa ventos estelares empurre para fora, esvaziando o gás circundante. As estruturas semelhantes a bolhas e as cavidades esculpidas no hidrogénio brilhante são assinaturas clássicas do feedback estelar, o processo pelo qual as estrelas recém-nascidas remodelam a nuvem que as formou. Esse feedback pode ser destrutivo e criativo. Ele pode explodir material e interromper a formação de estrelas em um local, enquanto comprime gás em outros lugares e ajuda a iniciar novas estrelas.
Imagens como esta ajudam os astrónomos a compreender melhor os detalhes essenciais da formação estelar, dando-nos mais pistas sobre o início da formação estelar. universo e suas primeiras estrelas.
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