Após a prolação dessa sentença, a Chubb apresentou reconvenção argumentando que, ao pagar a indenização, adquiriu direitos de propriedade sobre a aeronave, incluindo direitos de salvamento e sub-rogação. A seguradora baseou-se na linguagem da apólice que lhe permite aceitar aeronaves cobertas como salvamento quando um sinistro é liquidado como uma “perda total, perda total construtiva ou perda total arranjada”.




