Os financiadores, argumentou ele, pressionam por “exigências de liquidação mais elevadas porque procuram maximizar o retorno do investimento”. Os casos que de outra forma poderiam ser resolvidos podem estagnar quando não há severidade suficiente para um financiador recuperar os seus custos, prolongando os prazos e aumentando as despesas de defesa tanto para as transportadoras como para os demandantes. Essa dinâmica, na sua opinião, acaba por atingir os segurados através de prémios mais elevados.




