A disputa é sobre o que veio a seguir. Em 9 de setembro de 2025, diz a reclamação, a seguradora enviou pelo correio um cheque de US$ 267.987,87 como saldo – sem “qualquer análise ou cálculo detalhado” por trás dele. De acordo com o documento, a seguradora disse à White Aviation que os motores usados “de alguma forma agregaram valor” ao avião e trataram isso como uma “melhoria”, deduzindo US$ 436.431,57, mesmo depois de concordar que US$ 850.000 era o custo real.




