“Sempre que falo com as operadoras, a priorização que ouço é basicamente subscrição, preços e depois sinistros”, disse ela. Isso não se deve à falta de importância – mas porque a transformação de sinistros é mais difícil de quantificar em termos comerciais. “Simplesmente não parece receber tanta ênfase, pelo menos nas fases iniciais, porque é muito difícil quantificar e apresentar esse caso de negócio”, explicou ela.



