O que se seguiu inquietou executivos de seguros e gestores de risco em todo o país. Em vez de uma condenação universal, o assassinato provocou uma onda de indignação pública dirigida não ao alegado atirador, mas aos sectores dos cuidados de saúde e dos seguros. As plataformas de redes sociais estão repletas de comentários que expressam a frustração relativamente aos sinistros negados, ao aumento dos prémios e ao que muitos americanos descreveram como um sistema que dá prioridade ao lucro em detrimento dos pacientes. A reação provocou um exame de consciência dentro das principais operadoras sobre a segurança executiva, a percepção do público e o fosso cada vez maior entre a indústria e o público que ela serve.




