O caso teve origem quando o segurado Elmer Lombana contestou a cláusula compromissória dos Cidadãos, argumentando que limitava o acesso aos tribunais e os direitos ao devido processo. Uma contestação constitucional separada levou à liminar em agosto, suspendendo os procedimentos de arbitragem em todo o estado. Os cidadãos então solicitaram ao 2º Circuito em outubro para obrigar o DOAH a reiniciar o processo, e o tribunal concordou, citando alterações legislativas promulgadas em 2023 que permitem explicitamente que os cidadãos utilizem “processos” do DOAH para resolver disputas políticas.




