GEICO processa por suposta fraude No-Fault em dois estados


Duas reivindicações se destacam. A GEICO diz que a fisioterapia foi feita, se é que foi feita, por “massoterapeutas” e “pessoal não licenciado/não supervisionado”, então cobrada sob nomes de profissionais licenciados, porque a Flórida proíbe o pagamento de PIP para trabalho de massoterapeuta; cita dias únicos em que um médico supostamente realizou ou supervisionou pelo menos 57 horas de terapia em vários locais. Ele também alega um “acordo secreto e ilegal de intermediação de pacientes”, no qual uma clínica de terapia encaminhava os pacientes para clínicas de imagem que, em troca, os carimbavam com diagnósticos falsos de “condições médicas de emergência” – conduta que a GEICO afirma violar a Lei de Corretagem de Pacientes da Flórida e o Estatuto Anti-Propina.



Source link