A narrativa em torno da inteligência artificial no sector dos seguros oscila frequentemente entre a eficiência utópica e o receio existencial relativamente à substituição de empregos. Contudo, para Christopher Frankland (foto), fundador da InsurTech360, o futuro da indústria não é definido pelo deslocamento, mas pelo aumento. À medida que as transportadoras e os corretores enfrentam os obstáculos práticos da modernização das suas pilhas, o objetivo passou a ser a criação de uma força de trabalho “biónica” – especialistas humanos sobrecarregados por dados, em vez de serem substituídos por algoritmos.



