A disputa remonta a uma apólice de responsabilidade por danos pessoais que a General Star vendeu para a Toy Quest. Essa política cobria lesões resultantes de uma lista específica de crimes: prisão falsa, detenção, prisão, acusação maliciosa, despejo injusto, calúnia, difamação e invasão de privacidade. Abuso de processo não estava na lista.




