A denúncia diz que a contaminação foi identificada em 2018, quando a Avaliação Ambiental do Local de Fase II de um credor encontrou metais pesados - “arsênico, cádmio, chumbo, selênio e mercúrio” – no solo, junto com constituintes PAH “incluindo benzo(b)fluoranteno, fluoranteno, benzo(a)pireno e criseno” nas águas subterrâneas, em níveis que o processo afirma excederem os padrões estaduais.




