Os proprietários de automóveis também solicitaram um novo julgamento, argumentando que o advogado do demandante havia informado indevidamente ao júri que o outro motorista estava bêbado. O tribunal concordou que as referências eram erradas, porque a possível intoxicação do outro condutor era irrelevante para as questões do PIP, mas considerou o erro inofensivo, apontando para um veredicto dividido e para as instruções curativas do tribunal de primeira instância. O outro motorista, Charles E. Watkins, havia feito um acordo com Zielinski antes do julgamento e não fazia parte do caso PIP.




