A disputa remonta ao encalhe do navio-tanque T/V Margara em águas porto-riquenhas, um incidente que representou uma ameaça substancial de descarga de petróleo e danificou recifes de coral e recursos marinhos associados. Os Estados Unidos, agindo em nome da Guarda Costeira e da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional, entraram com uma ação em dezembro de 2021 ao abrigo da Lei de Poluição por Petróleo, procurando recuperar os danos já pagos do Fundo Fiduciário de Responsabilidade por Derramamentos de Petróleo, bem como o custo de restauração dos recifes feridos. Ernst Jacob foi nomeado junto com sua seguradora, Shipowners Insurance and Guaranty Company, conhecida como SIGCo. O Departamento de Recursos Naturais e Ambientais da Comunidade de Porto Rico juntou-se ao caso como interveniente no final de 2022, fazendo reivindicações ao abrigo das leis ambientais federais e locais.




