Tribunal da Geórgia revive processo de má-fé contra Safeco por ação de intercalador


Cannon então processou a Safeco, argumentando que a seguradora agiu de má-fé ao apresentar a interposição e renunciar aos limites da apólice sem tentar negociar uma liberação em seu nome. Ao fazer isso, afirmou Cannon, a Safeco removeu qualquer incentivo para os reclamantes fazerem um acordo com ele dentro dos limites da apólice. Ele também alegou que a Safeco violou o seu contrato ao fornecer uma defesa inadequada, alegando que a seguradora forçou os seus advogados nomeados a trabalhar com um orçamento apertado. A denúncia alegava que quando um dos advogados recomendou a contratação de um perito em reconstrução de acidentes que já tinha dado pareceres favoráveis ​​no processo criminal de Cannon, um agente da Safeco vetou a ideia, argumentando que não havia muito mais a fazer uma vez que os limites da apólice já tinham sido pagos. Cannon alegou ainda que Safeco não conseguiu entrevistar uma testemunha chave que teria apoiado o seu relato de ter sido interrompido pelo condutor desconhecido. Além disso, Cannon alegou que a Safeco se recusou a pagar por um título de recurso, apesar da apólice conter uma disposição que exige que a seguradora pague prémios sobre títulos de recurso em qualquer ação que defenda.



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