A segunda foi a Lei de Obrigações Gerais § 5-335, a regra anti-sub-rogação do estado. Presume que um acordo de danos pessoais “não inclui qualquer compensação pelo custo dos serviços de saúde, perda de rendimentos ou outras perdas económicas” já cobertas por uma seguradora. A lei poupa algumas categorias – Medicare, Medicaid, sem culpa e “um contrato de seguro que fornece benefícios de compensação trabalhista”. A invalidez de curto prazo, disse o tribunal, é “separada e distinta dos benefícios de compensação trabalhista”, portanto não se qualifica.




